16 de jan de 2016

No Paraná, salário inicial de professor supera em R$ 1,5 mil o piso nacional


Um professor em início de carreira no Paraná recebe R$ 3,6 mil mensais para jornada de 40 horas semanais. Esse valor supera em R$ 1,5 mil o novo piso nacional da categoria, anunciado nesta quinta-feira (14) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Segundo o governo federal, o piso nacional dos professores terá aumento de 11,36%, o que eleva o valor de R$ 1,9 mil para R$ 2,1 mil.

No Paraná, o salário – superior ao valor praticado em outros estados – ainda aumentou em relação ao ano passado, pois neste mês de janeiro foi concedido reajuste de 10,67% aos servidores, chegando ao piso de R$ 3,6 mil. Os professores e funcionários da educação representam a maior categoria do funcionalismo público, reunindo 100 mil trabalhadores. O reajuste já foi contabilizado para o pagamento das férias da categoria, neste mês.

O governador Beto Richa destaca que esse e outros avanços só foram possíveis porque no Paraná foi feito, ainda em 2014, o ajuste fiscal, enquanto em outros estados há dificuldade até para fechar a folha de pagamentos dos servidores. “A situação do Paraná revela nosso compromisso com a educação pública. Durante todo nosso mandato estamos nos esforçando ao máximo para valorizar os servidores da área para que nossos estudantes tenham um ensino de qualidade, que é o nosso principal objetivo”, disse Richa.

A secretária Ana Seres (Educação) destaca a importância do ajuste fiscal realizado pelo governador e lembra que os profissionais da educação básica do Estado receberam não só melhorias no contracheque, mas avanços como aumento na hora-atividade e liberações para mestrado e doutorado sem prejuízo nos salários.

A secretária explica que, dessas 40 horas de trabalho semanal, dois terços do tempo são em sala de aula e um terço destinado à hora-atividade, que é o tempo que os docentes têm para preparar atividades e corrigir provas e trabalhos, por exemplo. “A hora-atividade foi uma das grandes conquistas da categoria, que há muito tempo reivindicava mais tempo para as atividades fora da sala de aula. Isso foi concedido pelo atual governador e contribui para a melhora da qualidade do ensino”, comenta Ana Seres.

Já em relação às pós-graduações, em quatro anos a Secretaria da Educação liberou o afastamento de 823 professores para cursar mestrado ou doutorado, sem a perda de salários. A prática vem sendo adotada desde 2012, quando foi criado um edital anual que possibilita aos professores solicitar a liberação de suas funções para cursar pós-graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado) e continuar a receber seus vencimentos sem nenhum ônus.


Agência Estadual de Notícias 

2 comentários:

  1. Sendo um analfabeto , ou quase.
    digo quero este emprego
    Mas se não fosse,diria, ainda é pouco

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  2. Sendo um analfabeto , ou quase.
    digo quero este emprego
    Mas se não fosse,diria, ainda é pouco

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